ARS INTEGRATA é um projecto aberto assente na criação e fruição artística multidisciplinar, aberto a criadores, investigadores e ao público em geral interessado nas suas diversas áreas, livre de preconceitos de género ou estilísticos. Contamos com a vossa colaboração neste forum. -Para mais informação ver abaixo ou escreva-nos para E-mail: arsintegrata@gmail.com

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David Zink - Fictitious Sports (c. 2004)

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Tuesday, April 17, 2012

ARS THEATRALIS (15): Salto no escuro divulga o esplendor do barroco


Joana Bagulho, F. Pedro Oliveira e Joana Amorim


NO TEMPO EM QUE OS INSTRUMENTOS FALAVAM


vai estar em LISBOA:

Sábado dia 12 de Maio às 16:00
Domingo dia 13 de Maio às 11:00
Sábado dia 26 de Maio às 16:00
Domingo dia 17 de Maio às 11:00
no Conservatório Nacional (Rua dos Caetanos, Lisboa)

vai estar em ÁGUEDA:

Sábado dia 19 de Maio às 14:30
no Auditório Ana Paula Silva (Orfeão de Águeda)


Criação: Joana Amorim, Joana Bagulho e F. Pedro Oliveira
Interpretação:
Joana Amorim – traverso
Joana Bagulho – cravo
F. Pedro Oliveira - actor
FigurinosKusturicas (Ana Direito e Isabel Peres)
Duração: 1 hora

Trata-se de um espectáculo dirigido a um público familiar, onde se introduz a Música Barroca no seu contexto histórico, através de uma viagem no tempo de três personagens – um escritor, uma flautista e uma cravista.

Histórias sobre a música, os músicos e a sociedade do século XVIII, numa perspectiva lúdica e despretensiosa, em que a música, dita erudita, é apresentada de uma forma divertida e acessível. As crianças ouvem música, conversam, dançam, contam histórias...


Podem ver aqui uma apresentação do espectáculo:
http://saltonoescuro.no.sapo.pt/No%20Tempo%20em%20que%20os%20Instrumentos%20Falavam.pdf
Agenciamento e contactos
Pedro Oliveira- 21 441 94 46 / 91 966 73 64
f-pedro-oliveira@sapo.pt

Thursday, March 8, 2012

ARS THEATRALIS (14): No tempo em que os instrumentos falavam

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Pedro Oliveira, Joana Bagulho e Joana Amorim
Foto de Enrik Coelho



NO TEMPO EM QUE OS INSTRUMENTOS FALAVAM


Criação: Joana Amorim, Joana Bagulho e F. Pedro Oliveira

Interpretação:

Joana Amorim – (traverso : flauta barroca)

Joana Bagulho – (cravo)

F. Pedro Oliveira (actor)

Figurinos: Kusturicas (Ana Direito e Isabel Peres)

Produção: Salto-no-escuro

Duração: 1 hora


Trata-se de um espectáculo dirigido a um público familiar, onde se introduz a Música Barroca no seu contexto histórico, através de uma viagem no tempo de três personagens – um escritor, uma flautista e uma cravista.

Histórias sobre a música, os músicos e a sociedade do século XVIII, numa perspectiva lúdica e despretensiosa, em que a música, dita erudita, é apresentada de uma forma divertida e acessível. As crianças ouvem música, conversam, dançam, contam histórias...

Oportunidade única de ver este espectáculo para o público em geral:
Domingo dia 11 de Março às 15:00
no Cine-Teatro de Sobral de Monte Agraço

Podem ver aqui uma apresentação do espectáculo:
http://saltonoescuro.no.sapo.pt/No%20Tempo%20em%20que%20os%20Instrumentos%20Falavam.pdf

Agenciamento e contactos

Pedro Oliveira- 21 441 94 46 / 91 966 73 64

f-pedro-oliveira@sapo.pt

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Friday, September 16, 2011

ARS THEATRALIS (13): Jojo reincide... nas Caldas da Rainha


QueenTheatre / David Zink


"Jojo o Reincidente" de JOSEPH DANAN, pelo Teatro da Rainha. Estreia dia 27 de Setembro, às 21.30h, no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha. Espectáculo para maiores de 6 anos.

"Jojo, como todas as crianças, faz o seu mundo, mais que aceitar o mundo que lhe põem à frente — às vezes as crianças só conhecem o mundo que lhe põem à frente e não chegam a desejar construir um seu".

Mais informação aqui.

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Wednesday, April 27, 2011

ARS THEATRALIS (12): O Senhor de La Fontaine em Lisboa

De 8 a 26 de Maio no Centro Cultural de Carnide:


Aparecendo e desaparecendo
ao seu gosto e fantasia, o Senhor de La Fontaine,
escritor francês do século dezassete,
passa hoje por Lisboa e com ele alguns dos animais
das suas maravilhosas fábulas.

Texto
Abel Neves

Encenação
Maria João Trindade

Direcção Vocal
Maria João Serrão

Música Original e Ambiente Sonoro
Carlos Alberto Augusto

Marionetas, Cenografia, Figurinos e Design
Luís Filipe Cunha

Interpretação e Manipulação
Ana Enes
Maria João Trindade
Sylvain Peker

Adaptação e Construção de Marionetas e Cenografia
Marta Fernandes da Silva

Desenho de Luz e Operação Técnica
Sérgio Falcão

Costureira
Eugénia Tomás

Apoio Montagem
Francisco Leston
Sérgio Moras




Mais informação em http://www.luacheia.pt/lafontaine.html

Tuesday, September 7, 2010

ARS THEATRALIS (11): «Sexo? Sim, obrigada!», de Dario Fo e Franca Rame




SEXO? SIM, OBRIGAD(A)(O)!


A divertida mas não menos polémica peça de Dário Fo (um dos mais significativos escritores do nosso tempo, prémio Nobel da literatura em 1997, no ano anterior ao da consagração de Saramago) e de Franca Rame, sua mulher, em produção portuguesa pelo T.I.O. - Teatro Independente de Oeiras, teve ontem ante-estreia nacional no «ENTRE-MITOS» - Mostra Internacional de Teatro de Oeiras - a decorrer no espaço da antiga Fundição de Oeiras.

Além da sua enorme carga humorística (logo, e por definição, apelando à inteligência, ou seja distinta da mera comicidade gratuita), trata-se acima de tudo de uma bem construída peça didáctica, de grande utilidade para os jovens adolescentes (a melhor aula de educação sexual que, provavelmente, os alunos nunca terão), mas também para adultos (praticantes ou não). E tudo de uma forma bem divertida, de um humor impagável, inteligente e certeiro, indo directo ao assunto sem delongas, por vezes com alguma crueza, mas denotando um elevado nível de elaboração – a arte de parecer simples nunca o é na sua fase de construção.

Um excelente texto de um dos melhores autores que o planeta conhece e da sua companheira de muitos anos, ela própria grande actriz, servido por uma não menos excelente interpretação de duas jovens actrizes muito talentosas - Patricia Adão Marques e Rita Frazão, que nos surpreenderam pela presença de palco, colocação de voz e jogo dinâmico -, uma encenação aparentemente simples mas plenamente eficaz, sem rodriguinhos que distraíssem o espectador, e o mesmo quanto à cenografia, onde tudo tem grande acerto : mesmo o que parece não ter funcionalidade, serve como contraponto de descompressão para os momentos de maior tensão.

Todavia, um pequeno senão, e este ao nível do próprio texto, mais concretamente na introdução, que peca por alguma agressividade, susceptível de ferir convicções arreigadas, o que pode “espantar a caça”. Sucedeu mesmo um abandono da sala, felizmente o único, mas creio que precisamente daquele a quem a representação seria mais útil, e numa peça que se pretende pedagógica não basta que permaneçam apenas os que, como eu, já estão “caçados”. Esses divertem-se com ela, pela sua “filosofia” e pelo seu humor impagável, porque se reconhecem nos seus postulados e pela radiante qualidade profissional dos que a colocaram em cena. Mas, porventura, seria para o espectador que “fugiu” que ela seria mais útil. Em suma: quando a intenção é pedagógica não se pode “entrar a matar”, isso, quanto muito, serve-se no fim, quando o espectador já está "rendido".
Estará em cena de 9 de Setembro a 27 de Novembro de 2010, às 5.ªs, 6.ªse sábados às 21h30, no Auditório do Teatro Independente de Oeiras (sito no moderno edifício envidraçado, frente à praia de Santo Amaro de Oeiras). A não perder!!!
P.S.: Outra adaptação para a língua portuguesa da mesma peça, numa versão para actor solo intitulada «Sexo? Sim, mas com orgasmo!», a cargo da actriz Guida Maria, irá estar patente no auditório do Casino Estoril a partir de 8 de Setembro, e se puderem vão ver as duas, mas recomendamos vivamente que não percam esta no auditório do T.I.O..

Links:
http://nobelprize.org/nobel_prizes/literature/laureates/1997/fo-bibl.html
http://novoespacotio.blogspot.com/

IN PRESS RELESE:

Duas actrizes, uma voz, milhares de dúvidas sobre um tema tão controverso quanto natural. Um ambiente relativamente misterioso e minimalista alberga uma conversa descontraída sobre a sexualidade, os medos, as inseguranças, as dúvidas, as especulações, o desconhecido.
Um espectáculo útil e interessante para qualquer idade, cultura ou religião, onde duas actrizes se desdobram em várias personagens, com a ajuda de pouco mais que o seu corpo, a sua voz e… um andaime… para trazer à ribalta assuntos polémicos, mas que fazem parte da vida de qualquer ser humano… os medos e as falsas certezas sobre a virgindade, a menstruação, o orgasmo, a frigidez, a impotência e tantos outros assuntos.
O sexo é natural e indispensável ao ser humano.
O amor também.
Poderão existir um sem o outro?...

De 9 de Setembro a 27 de Novembro
Quinta a Sábado às 21h30
Novo Espaço Auditório do T.I.O.
Edificio Parque Oceano Sto. Amaro de Oeiras
Bilhetes: 8€ (normal) 7€ (<25>65)
Maiores de 16 anos
RESERVAS 213 020 003 ou bilheteira.tio@gmail.com


Ficha Técnica:
Autoria: Dario Fo e Franca Rame Encenação e direcção de actrizes: Carlos d’Almeida Ribeiro Assistência de Encenação: David Ferreira Elenco: Patrícia Adão Marques e Rita Frazão Produção: Pancada / TIO Assistência de Produção: Pedro Almeida Ribeiro e Patrícia Adão Marques Coreografia: Mirco Satir Cenografia e Figurinos: Carlos D’Almeida Ribeiro Adereços Patrícia Adão Marques Fotografia: Miguel Pinote Design Gráfico: Carlos Neves Vídeo: Nuno Vieira e Sérgio Brilha Serralheiro de Cena: Manuel Franco Costureira: Guida Alves Sonoplastia: Carlos Neves Operação de luz e som: Carlos Neves Assistente de vídeo e técnica: Michelle Sancho e Mário Duarte Desenho de Luz: Carlos d’ Almeida Ribeiro, Pedro Pinto

Sunday, August 1, 2010

ARS THEATRALIS (10): «ENTRE-MITOS», a Festa do Teatro



ENTRE-MITOS - Festa do Teatro em Oeiras
- de 3 a 11 de Setembro de 2010 -

A tão esperada 2.ª edição d(a)(o) Mito - Mostra Internacional de Teatro de Oeiras, deu lugar - hélàs será da crise? Oh Crises!, what crisis? - a uma solução mais económica, com menos espectáculos, e mais "prata-da-casa", mas nem por isso desprovida de interesse.

Trata-se agora do "Entre-Mitos", e à semelhança do "Mito" fundacional, proporciona uma rara ocasião de poder assistir a toda uma série de espectáculos em ambiente de festival e de tomar o pulso ao actual estado da arte. E tudo isto num âmbito de um conceito bem sucedido de descentralização cultural e de intervenção social relevante (sim, porque o Mito não se esgota nos dias do Festival, é também todo um projecto de acção continuada junto da comunidade).

Em certo sentido, o "Entre-Mitos" vai mais além do seu «alter ego» mais grandioso, pois revela também o fruto dessa intervenção no terreno e já não apenas os espectáculos dos actores experimentados e de grupos grupos com currículos firmados (estes estarão também presentes mas em menor número). E, essa poderá ser uma das grandes apostas deste projecto, levar os espectadores a descobrir outras dimensões possíveis do teatro e de como a arte pode ser libertadora de adversidades endógenas, e desta forma contribuir para uma sociedade melhor.

Tem por isso especial significado, a inclusão programática das "Conversas Mito", espaços de reflexão multidisciplinar, em complemento à representação teatral.


PROGRAMA - 3 a 11 de Setembro

Sexta-Feira, 3
Meto a colher – Espaço Foyer – 18h, 19h, 21h30
Nosso Senhor da Purificação – Espaço Aproximação – 20 h

Sábado, 4
Meto a colher – Espaço Foyer – 18h, 19h, 21h30
Nosso Senhor da Purificação – Espaço Aproximação – 20 h

Domingo, 5
Sexo? Sim, obrigada! – Ensaio aberto – Espaço Aproximação – 20 h
Onni – Espaço Expressão – 22h30

Segunda-Feira, 6
Conversas Mito: A arte e as forças de uma comunidade / Hugo Cruz e convidados – Espaço SMAS – 17 h
Teatro:
Sexo? Sim, obrigada! – Ensaio aberto – Espaço Aproximação – 20 h
Tudo que existe entre nós – Espaço Expressão – 22h30

Terça-Feira, 7
Conversas Mito: Actos criativos / Sara Bahia – Espaço SMAS – 17 h
Teatro:
Sexo? Sim, obrigada! – Ensaio aberto – Espaço Aproximação – 20 h
Tudo que existe entre nós – Espaço Expressão – 22h30

Quarta-Feira, 8
Pequenos burgueses – Ensaio aberto – Espaço Aproximação – 20 h
Terra do nunca – Espaço Expressão – 22h30

Quinta-Feira, 9
Pequenos burgueses – Ensaio aberto – Espaço Aproximação – 20 h
Terra do nunca – Espaço Expressão – 22h30

Sexta-Feira, 10
Conversas Mito:
A arte de adolescer / Rute Moreira, António Terra e convidados – Espaço SMAS – 17 h – duração: 90 m
Teatro:
Pequenos burgueses – Ensaio aberto – Espaço Aproximação – 20 h
Olhos nos olhos – Espaço Expressão – 22h30

Sábado, 11
Pequenos burgueses – Ensaio aberto – Espaço Aproximação – 20 h
Olhos nos olhos – Espaço Expressão – 22h30

Festa de encerramento - Música com Luís Gil Bettencourt e convidados - Espaço SMAS - início às 24h

Entrada livre sujeita a reserva de bilhetes
(nos casos em que esteja esgotado, pode sempre aparecer uma hora antes do espectáculo e tentar uma desistência - é vulgar acontecer)

Mais informações em:
- http://www.youtube.com/mitooeiras

Telefones:
- fixo: 21 417 62 55 - telemóveis: 91 470 48 76 / 91 885 98 28

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Tuesday, October 20, 2009

ARS CURATOR (30) | ARS THEATRALIS (9): O Senhor de La Fontaine em Lisboa

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LUA CHEIA - Teatro para Todos apresenta:
O SENHOR DE LA FONTAINE EM LISBOA
De 7 de Novembro a 6 de Dezembro de 2009

Texto: Abel Neves
Encenação: Maria João Trindade
Interpretação e Manipulação: Ana Enes, M.ª João Trindade e Sylvain Peker
Cenografia, marionetas e design: Luís Filipe Cunha
Música: Carlos Alberto Augusto
Adaptação, construção de marionetas e cenografia: Marta Fernandes da Silva

Uma divertida peça para miúdos e graúdos, ou seja dos 4 aos 120 anos, assente num texto de Abel Neves - talvez o mais prolífero dos dramaturgos portugueses da actualidade -, por sua vez inspirado nas Fabulosas Fábulas (passe o pleonasmo) de La Fontaine, é o que nos propõe o colectivo do Teatro Lua Cheia.
Em cena no Museu da Marioneta, a funcionar no espaço do antigo Convento das Bernardas (R. da Esperança, n.º 146 – 1200-660 Lisboa).

Sinopse:
«O Senhor de La Fontaine viaja até Lisboa, trazendo a maleta onde guarda as fábulas que - também ele - recriou, lá no seu século dezassete.
Lisboa é, pois, a cidade desta aventura teatral com marionetas e onde convivem ruas e casas doutros tempos com lugares da nossa contemporaneidade. Os corvos – vindos da fábula e que estão presentes no emblema da cidade – são as aves-compère desta viagem.
Apresentam-se nove fábulas: A Raposa e o Corvo; A Raposa e o Galo; O Cão e o Lobo; O Lobo e os Pastores; O Lobo e o Cabrito; O Leão e o Mosquito; O Leão Velho; O Burro e o Cavalo; O Corvo e a Águia.
“O Senhor de La Fontaine em Lisboa” privilegia as possibilidades encantatórias da manipulação das marionetas e destinando-se a trazer aos nossos dias, reinventando, a beleza das fábulas de todos os tempos, que o lendário Esopo já havia divulgado na antiguidade e que La Fontaine ousou recriar.
“O Senhor de La Fontaine em Lisboa” é, pois, e também, uma recriação de texto, adaptando-se a diálogo as narrativas fabulosas.
Homenageando quem, entre nós, se interessou por adaptar as fábulas em verso, apresenta-se “O Leão Velho” na versão de Bocage.»

Duração: 60 min.
Preço: Semana (por marcação) - 3€; Fim de Semana: Crianças 4€, Adultos 6€
Horários: 5ªs e 6ªs - 10h30; 3ªs e 4ªs - 10h30 e 14h30; Sábados - 16h00; Dom. e Feriados - 11h30
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Sunday, September 6, 2009

ARS TEATRALIS (8): Mito - Mostra Internacional de Teatro de Oeiras

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Do mito à realidade, Da realidade ao...
MITO - Mostra Internacional de Teatro de Oeiras

Mithos Theatralis (2009) / (re)designed by David Zink
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Está a decorrer em Oeiras, até 13 de Setembro, o MITO - Mostra Internacional de Teatro de Oeiras, que promete vir a tornar-se um acontecimento cultural relevante em Portugal. Aqui ficam desde já os parabens à organização do evento e, em especial ao seu mentor e director artístico, o actor António Terra, e também à Câmara Municipal de Oeiras que soube apostar neste projecto, tornando o MITO uma realidade que se quer ver perpetuar.
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O programa pode ser consultado no site http://www.mito-oeiras.com/index.html
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A entrada nos locais de espectáculos é gratuita, mas carece de reserva (excepto nos casos de acções de rua)


A reserva de bilhetes pode ser efectuada por um dos seguintes meios:


- por e-mail: reservas@mito-oeiras.com


- por contacto telefónico: 91 885 98 28 / 96 523 82 33 / 91 335 96 60


As linhas telefónicas estão abertas entre as 10h e as 19h. Os bilhetes só podem ser reservados até às 16h do próprio dia.


Caso esteja esgotado, pode sempre tentar obter bilhetes no local (pois, não raro, sucedem desistências)

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Monday, May 26, 2008

ARS THEATRALIS (7): ARS CURATOR (14): Toma lá... Teatro!

Divine Masks / David Zink, 2008



O COCHE DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO de PROSPER MÉRIMÉE


«O Coche do Santíssimo Sacramento», de Prosper Mérimée
28 29 30 31 Maio 21h30
1 de Junho 16h00
Centro Cultural e Congressos Caldas da Rainha

A companhia Teatro da Rainha estreou ontem, Domingo, 25 de Maio de 2008, O Coche do Santíssimo Sacramento, no novo Centro Cultural Caldense – um complexo de cinco salas. Na verdade, tratou-se de uma dupla estreia, pois tratou-se também da estreia do pequeno auditório deste Teatro Municipal e simultaneamente da primeira criação de raiz concebida para este espaço, que, semelhante a uma black box tem características espaciais e acústicas de sala experimental.
A peça de Prosper Merimée, imortalizado autor do libreto da ópera «Carmen» de Bizet, trata dos amores de um Vice-Rei do Peru por uma actriz, em pleno império colonial espanhol. Aflora temas tão actuais quanto a corrupção e a displicência instalados no poder. Por outro lado, o espectáculo, aborda a questão do desaparecimento da civilização inca correlacionando o contexto da intriga palaciana com os factos da História.

A cena musical e cenográfica criadas oferecem um sugestivo enquadramento para o desenrolar da narrativa: ao fundo elevam-se as ruínas de Machu Picchu em todo o seu esplendor e significado, no primeiro plano as salas do palácio onde a pequena intriga se desenvolve. Perichole, a actriz por quem Ribera, o Vice-Rei, está perdido de amores, quer ir à igreja no coche dourado do Estado que todas as beatas de Lima invejam. E a Lima que é evocada, faz lembrar muita coisa das nossas pequenas cidades de província, como a peça permite estabelecer correspondências com muitas práticas dos actuais governantes. Lembremo-nos de Bill Clinton, mas também de muitos "valentins" que por aí abundam. A promiscuidade entre público e privado é o tema central desta peça que, julgamos, não deixará de surpreender positivamente e agradar a quantos a ela assistirem.
Encenação de Fernando Mora Ramos / cenografia e figurinos de José Carlos Faria / música de Carlos Alberto Augusto / interpretação de Isabel Lopes, Carlos Borges, José Carlos Faria, Victor Santos e Octávio Teixeira
Informações:
Telefone: 262 823 302
E-mail: geral@teatro-da-rainha.com
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Reservas:
Centro Cultural e Congressos – Caldas da Rainha
Telefone: 262 889 650
WebSite: http://www.ccc.eu.com/

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Monday, January 14, 2008

ARS CURATOR (11 ) : ARS THEATRALIS (6) : Fernando Pessoa passa no Rossio



Turismo infinito no Teatro Nacional D. Maria II


Heteronimus Persona Theatrum (2008) / David Zink


Fazendo eco de uma informação do compositor Carlos Alberto Augusto:

«Só uma dica (para o caso de nao ter chegado ai "à redacçao") para o"Turismo Infinito", espectáculo do TNSJ, encenado pelo Ricardo Pais que está em cena no TNDMII. Espectáculo superior!+ Info no site do TNSJ e do TNDMIINo TNDMII estará até dia 26 do corrente, portanto ainda vai a tempo. Abrç C»



TURISMO INFINITO
Teatro Nacional D. Maria II - Sala Garrett
até 26 de Jan 2008
3ª a Sábado, às 21h30 ; Domingo às 16h00
«“Sou a cena viva onde passam vários actores representando várias peças.” A frase que Bernardo Soares escreve pelo punho de Fernando Pessoa é uma das muitas epígrafes possíveis de Turismo Infinito, espectáculo em que Ricardo Pais dobra a esquina de diversas sínteses, empreendendo uma viagem ao fulgurante universo de Fernando Pessoa. O impressivo dispositivo cénico concebido por Manuel Aires Mateus figura a psyche de Pessoa, “porto infinito” onde chegam ou de onde partem o guarda-livros Bernardo Soares, o histérico e futurista Álvaro de Campos, o interseccionista “Fernando Pessoa” e o bucólico mestre Alberto Caeiro.
Também Ofélia Queirós – a mulher com quem o poeta teve o único envolvimento amoroso conhecido – é convocada pela dramaturgia finamente urdida por António M. Feijó, que supera a redutora clivagem entre “vida” e “obra”, e põe em relevo alguns ritmos maiores do universo Pessoa. De novo com João Reis no elenco quase residente do TNSJ, mas também com a inspirada inventividade de colaboradores que o acompanham desde 2003, Ricardo Pais experimenta a performatividade da(s) escrita(s) de Pessoa, tecendo um poderoso enredo de estímulos auro-visuais e pondo-nos em contacto com a obra de um homem que, de modo heróico, pretendeu – e conseguiu – “introduzir beleza no mundo”
».

cf. http://www.teatro-dmaria.pt/Temporada/detalhe.aspx?idc=1151&ids=16

encenação RICARDO PAIS
com a colaboração de Nuno M Cardoso
dispositivo cénico Manuel Aires Mateus ; figurinos Bernardo Monteiro
desenho de luz Nuno Meira ; sonoplastia Francisco Leal ; voz elocução João Henriques
com: João Reis Emília Silvestre Pedro Almendra José Eduardo Silva Luís Araújo


Ars integrata
não assistiu à representação mas confia nas "dicas" dos amigos e em... Ricardo Pais, encenador com créditos firmados (v. http://www.teatro-dmaria.pt/media/pdf/Perfil_Ricardo_Pais.pdf) e que muito apreciamos. Ah! E será sempre bom revisitar Fernando Pessoa, mais a mais se recolocado na caixinha de surpresas que é o teatro na forma a que nos habituou RIcardo Pais.

Tuesday, December 18, 2007

ARS THEATRALIS (5): Teatro da Rainha in Caldas


CALDAS DA RAINHA, TEATRO DA RAINHA


CONVITE

O TEATRO DA RAINHA, tem o prazer de o/a convidar para a leitura encenada do texto "O Lavrador da Boémia" de Johannes Von Saaz, nos dias 20 e 21 de Dezembro, às 21h30, na antiga Lavandaria do Hospital Termal de Caldas da Rainha.

Nas pinturas e dispositivo cénico concebido pelo Pintor João Vieira, e com a música electroacústica de Carlos Alberto Augusto, António Durães e Fernando Mora Ramos trarão à presença dos espectadores a palavra de Saaz, texto do século XV, escrito na sequência da morte da esposa amada.

"Reflexão sobre a morte, este poema, em diálogo com as pinturas e, por assim dizer, armadilhado no dispositivo, celebrará a beleza da amada morta na juventude da vida, contrariando assim, através do gesto da criação poética, o gesto destruidor da morte."

Lotação reduzida a 30 lugares
Informações e Reservas:
Telefone: 262 823 302 Telemóvel: 96 61 86 871
www.teatro-da-rainha.com geral@teatro-da-rainha.com

Thursday, July 19, 2007

ARS THEATRALIS (4): Goldoni revisitado...



Goldoni Terminus, em antestreia no Teatro D. Maria II



Dias 19 e 20, pelas 21h30, no Teatro Nacional D. Maria II, é levada à cena em antestreia a peça «Goldoni Terminus», a qual se destina a ser apresentada oficialmente em estreia mundial na próxima Bienal de Veneza (v. http://www.labiennale.org/it/ ), cuja 39.ª edição do Festival Internazionale del Teatro é dedicada ao célebre dramaturgo Carlo Goldoni (1707-1793).

Trata-se de um texto baseado nas «Aventuras de Camila e Arlequim», de Goldoni, revisitado por três autores - Rui Zink, Edoardo Erba e Tena Stivicic - de diferentes nacionalidades, que responderam a um desafio do encenador Toni Cafiero.

O projecto, é uma co-produção internacional com a Croácia, a Sardenha e Portugal, contando com cenografia do conceituado José Manuel Castanheira.

Em palco, além de um conjunto de excelentes actores, maioritariamente italianos, mas incluindo a portuguesa Rita Cruz, estará também o extraordinário guitarrista Darko Jurkovic (cuja técnica só tem paralelo em Stanley Jordan), o que só por si seria um motivo para não perder este espectáculo.

Mais informação em: http://www.teatro-dmaria.pt/Temporada/detalhe.aspx?idc=1062&ids=16

Friday, June 22, 2007

ARS THEATRALIS (3)


De Margarida Silva para o Ars Integrata:

Dia 22 de Junho 2007 às 21h00 – no Instituto Franco-Português (Av. Luís Bívar, 91 – Lisboa ; metro: Saldanha)

Les règles du savoir vivre dans la société moderne / de Jean-Luc Lagarce

Com Mireille Herbstmeyer ; Encenação de François Berreur
(espectáculo em língua francesa legendado em português)


«No ano em que se assinala o cinquentenário do dramaturgo e encenador francês Jean-Luc Lagarce (1957-1995), o Instituto Franco- Português e os Artistas Unidos juntam-se a essas comemorações com encontros, exposição de fotografias e teatro.
No dia 22 de Junho dá-se início à mini-temporada dos Artistas Unidos no IFP com a inauguração às 18h00 da exposição de fotografias de Jorge Gonçalves e, com o apoio da Culturesfrance, a apresentação de um espectáculo único com encenação de François Berreur e interpretação de Mireille Herbstmeyer. Trata-se de Les règles du savoir vivre dans la société moderne um belíssimo texto de Jean-Luc Lagarce, o primeiro a ser editado por Les Solitaires Intempestifs, companhia dirigida por François Berreur - que foi assistente de Jean-Luc Lagarce – com um trabalho importante na edição de textos teatrais contemporâneos.
Um one-woman-show magistral e hilariante que pontua um texto que, com uma “fina crueza, uma profunda lucidez e uma enorme graça”, nos fala das regras, dos ritos sociais, dos códigos e das etiquetas que o homem foi criando ou estabelecendo para ultrapassar as “coisas da vida”.
“Uma conferencista explica a vida, as coisas, as coisas da vida. E, ao tentar regular a nossa existência, acaba por fechá-la em códigos que, hoje em dia, nos fazem sorrir, mesmo quando podemos ainda reconhecê-los ou até neles encontrar conselhos preciosos. Mas o corpo tem razões que a razão desconhece e não se satisfaz com os códigos. Há a solução de fuga no imaginário e de sonhar em acordo perfeito com os princípios, mas, uma vez despertos dos sonhos, temos de defrontar o real, deixar passar a natureza interior, esse animal incontrolável que só deixa falar o coração. Nem sempre conseguimos ser como deve ser, nem sempre nos conseguimos comportar bem, teremos sempre medo.” François Berreur

Actriz de teatro e cinema, desde 1980, Mireille Herbstmeyer foi co-fundadora com Jean-Luc Lagarce da companhia profissional «Théâtre de la Roulotte».

François Berreur encontrou Mireille Herbstmeyer e Jean-Luc Lagarce durante um estágio de práticas teatrais. Aproximou-se então da Companhia que Herbstmeyer e Lagarce tinham criado, o Théâtre de la Roulotte” e abraçou com eles o sonho de a profissionalizar. Com o passar dos anos F. Berreur tornou-se o mais próximo colaborador artístico de Lagarce. Em 1981 fundou com ele as edições lLes Solitaires Intempestifs que hoje dirige. François Berreur é também o reponsável pelo sítio theatre-contemporain.net (dedicado a todos os autores franceses e estrangeiros) com um número de visitantes semelhante ao do Beaubourg.

Jean-Luc Lagarce nasceu a 14 de Fevereiro de 1957. Autor, encenador e co-fundador do Théâtre de la Roulotte com Mireille Herbstmeyer e François Berreur, e posteriormente das edições Les Solitaires Intempestifs, morreu a 30 de Setembro de 1995 durante os ensaios de Lulu no Athénée Théâtre. »

Preço dos bilhetes: 10€ e 5€ (estudantes e maiores de 65 anos)
À venda no IFP no próprio dia a partir das 17h00
Reservas: 96 196 02 81

Thursday, June 21, 2007

ARS THEATRALIS (2) & ARS POETICA (5) : Auto das Danações

Nos próximos dias 23 e 24 de Junho, promovido pelo blog A Funda São, terá lugar, em Caria e arredores, o VII Encontra-A-Funda, saudável desvario iconoclasta, do qual muito me apraz participar.

A sua mentora, a inefável São Rosas, lançou-me, há uns meses atrás, um desafio que consistia em produzir um Auto, à moda de Gil Vicente, mas com a envolvência de personagens da "pós-modernidade".

Daí nasceu o "Auto das Danações", a minha obra mais recente, uma vez mais contando com a alegre e interessada edição da Apenas Livros, Lda., que acedeu, até, ao despautério de alinhar numa edição especial para os participantes naquele Encontro. A tanto chegou o espírito de colaboração...


Esta obra, que conta com o apoio, para o lançamento, do próprio Gil Vicente - o que não menos me apraz - irá ser conduzida em braços até à cena, na Quinta do Panasco (!?...), lá por Caria, pela reputada e inconcebível Tuna Meliches, da qual estou em condições de poder assegurar que sempre se pode esperar o pior.

Não posso deixar de aconselhar, pelo menos, uma vista de olhos pela programação do evento, através do link acima, garantindo que esta vida são dois dias (ou três, no máximo...), que convém aproveitar.

Permitam-me, então, que vos anuncie o prefácio da obra:

"Versalhada em um acto, que o tempo não está para desperdícios que não atem nem desatem.


Tendo Gil Vicente como fonte cristalina, fresca e exemplar nessa arte de bem zurzir quem o mereça, apreciando de viés o que o mundo nos mostra e tentando entrever o que ele nos esconde, assim foi concebido este Auto.

Será Auto de notícia que, se a vossa benevolência o permitir, ficará para o porvir como retrato a preto e branco, não revelado, isto é, em negativo, deste nosso tempo.

Não é todo o mundo – ou até tão só todo este nosso aprazível recanto - feito destas graças e desgraças. Mas muito dele é assim feito, por defeito, por acaso ou por conveniências. De qualquer modo, os retratos foram tirados a personagens da nossa praça, envoltos num caldo de cultura que, também esse, tem tonalidades muito nossas e entranhadas.

Há, como se presume, na massa do ilustre sangue lusitano, alguma valentia sorna, contraposta aos brandos costumes – que tanta vez escondem a hipócrita ou cínica violência - que nos moldam e por quem nos deixamos moldar e que, misturados no cadinho da vida, motivam esta tão peculiar forma de estar, sem paralelo mundial – pelo menos, tanto quanto diviso daqui da minha rua…

- Jorge Castro
Abril de 2007"

Nota - Se algum contacto for necessário, por favor, utilizem o email jc.orca@gmail.com

Thursday, May 31, 2007

ARS THEATRALIS (1)

Com intuito de divulgar o bom teatro que se faz em Portugal Ars Integrata abre hoje uma secção dedicada a esta arte tão essencial ao género humano no jogo de espelhos e da "floresta de enganos" que acompanha a sua controversa existência

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GRUPO DE TEATRO DE CARNIDE

Por recomendação do nosso correspondente em Lisboa, Pedro Dias Coelho ("A peça é curiosa e diverti-me imenso")

«OS VELHOS NÃO DEVEM NAMORAR» pelo Grupo de Teatro de Carnide (GTC)
Sinopse:
«O Grupo de Teatro de Carnide estreou no passado dia 4 de Maio de 2007, a peça "Os Velhos Não Devem Namorar".
Encenada por João Ricardo, trata-se de uma história que nos é apresentada sob a forma de uma comédia satírica que decorre sob uma atmosfera onirica e burlesca, narrando-nos os amores de três velhos por três raparigas jovens e seus consequentes destinos trágicos.
Esta peça conta com a participação dos actores António Sousa, Francisco Bráulio, Gonçalo Ferreira, Gonçalo Malta, Jorge Miranda, Margarida Antunes, Maria Vilar Diógenes, Mário Guerra, Mónica Urbano, Paula Gama, Ricardo Gageiro, Sofia Teodoro e Teresa Santos.
O cenário e os figurinos são da responsabilidade de Tiago Forte. »
O Grupo de Teatro de Carnide, foi fundado a 26 de Outubro de 1956, já tendo ultrapassado o meio século de existência e vários obstáculos, mas tem estado sempre apostado em renovar-se, sendo actualmente composto por um "núcleo duro" de 15 pessoas entre os 20 e os 40 anos, ainda que inclua outras que pertencem ao grupo quase desde a sua fundação.
O GTC orgulha-se de ter catapultado para a ribalta alguns actores de grande nomeada, como é o caso, entre outros, de João Ricardo (actual encenador) e Pedro Górgia, também conhecidos das telenovelas portuguesas. Além disso, o GTC foi vencedor em vários festivais e tem vindo a acumular outros galardões, entre os quais a medalha de Mérito Municipal da Câmara de Lisboa, que receberam em 1990.

Espectáculos às 5ªs, 6ªs e Sábados pelas 22 horas, até 7 de Julho de 2007 (excepto dias 12 de Maio, 16, 22 e 23 de Junho)
Preço dos Bilhetes: Adultos - 10 euros; Jovens dos 16 aos 25 anos, Maiores de 65 anos e grupos com mais de 10 pessoas - 7,5 euros

Reservas e informações pelo telefone: 934 496 107 ou pelo mail teatro.carnide@gmail.com

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TEATRO DA CORNUCÓPIA

A GAIVOTA de Anton Tchekov
Tradução: Fiama Hasse Pais Brandão
Encenação: Luis Miguel Cintra
Cenário e figurinos: Cristina Reis
Desenho de luz: Daniel Worm d’Assumpção
Actores: Dinis Gomes, Duarte Guimarães, Luis Lima Barreto, Luis Miguel Cintra, José Manuel Mendes, Márcia Breia, Ricardo Aibéo, Rita Durão, Rita Loureiro, Teresa Sobral e Tiago Matias.

De 31 de Maio a 24 de Junho de 2007

Sinopse:
«Numa quinta russa do fim do século XIX o jovem escritor filho de uma conhecida actriz apresenta à família a sua peça de teatro representada pela rapariga que ama. O espectáculo é incompreendido pela sua mãe em férias e pelo seu amante, escritor de sucesso. A rapariga apaixona-se pelo escritor, decide fugir para Moscovo e ser actriz. O rapaz fica no campo com o grupo de personagens que povoam a sua vida: um tio reformado, o administrador da quinta e a mulher, a filha infeliz de ambos, um professor de aldeia, um médico de província, os criados. Dois anos depois a mãe e o amante voltam. O rapaz vive a escrever. A sua antiga amada volta também, às escondidas: é uma actriz sem sucesso, vive sozinha, teve um filho do escritor, que morreu. O reencontro é difícil. O rapaz suicida-se. E a vida continua.
Tchekov, génio do teatro do princípio do século XX e da arte do conto, mestre na análise das relações humanas e na elaboração musical dos diálogos, inventor da personagem colectiva, retratista do quotidiano, cria com estas cenas da vida de um pequeno grupo de personagens de há um século atrás, um irónico microcosmos onde os homens, sem dar por isso, se debatem com as grandes questões do pensamento humano: a busca da felicidade, o sentido da existência, a dificuldade de amar, o conflito do novo com o velho, as relações da arte com a vida, o trabalho e o dinheiro, as diferenças de classe. É a primeira das suas grandes peças, fundadoras do teatro moderno. E o ponto de partida para todas as reflexões. »

Teatro do Bairro Alto, Lisboa
Rua Tenente Raúl Cascais, 1-A
1250-268 LISBOA
PORTUGAL
De 3ª a sábado às 21:00 ; domingo às 16:00

Preços:
Normal: 13€
50 % de desconto para estudantes, jovens até 25 anos e maiores de 65 anos


Telf. (00351) 21 396 15 15
(00351) 21 396 92 05

e-mail: bilheteira@teatro-cornucopia.pt



Acerca da essencial e discreta diferença / Júlia Lello (poema) & David Zink (música)

Da Ciência e da Arte / Jorge Castro (poema) & David Zink (música)

David Zink - Dolphin Dance

Falas de amor / Jorge Castro (poema) & David Zink (música)

LALO (1823-1892) - Sinfonia Española (1º and.) / Miguel Zink

Lalo - Symphonie Espagnole - 4th mov. / Miguel Zink (violin) & Karina Axenova (piano)

J.S. Bach - Violin Sonata, BWV 1001, I&IV / Miguel Zink, 15y.

David Zink - Jupiter (1st approach, abridged)

Canção de embalar / Jorge Castro (poema) & David Zink (música)

Sphera Mundi / David Zink

Miguel Zink, 15 anos, 1.º Prémio do Concurso A. Capela, no Concerto dos Laureados, 2010.05.30

Mendelssohn's Violin concerto, op. 64, 1st. mov. / by Miguel Zink

This video posted by Ars Integrata was available here during circa one year, but has been removed by the original publisher (C.A.) in December 2012