ARS INTEGRATA é um projecto aberto assente na criação e fruição artística multidisciplinar, aberto a criadores, investigadores e ao público em geral interessado nas suas diversas áreas, livre de preconceitos de género ou estilísticos. Contamos com a vossa colaboração neste forum. -Para mais informação ver abaixo ou escreva-nos para E-mail: arsintegrata@gmail.com

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David Zink - Fictitious Sports (c. 2004)

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Sunday, June 23, 2013

ARS LITTERATUR (31): O Suplente, de Rui Zink


O SUPLENTE


Hélder deixou Óscar pagar a conta, sem protestar. Não era isso que os pais faziam, pagar a conta?


No próximo dia 3 de Julho (4.ª feira), às 18h30, na FNAC-Chiado, em Lisboa (metro: Baixa-Chiado), é lançada a nova edição (revista) do livro de Rui Zink, O Suplente. 

Ars Integrata estende a todos os seus leitores o convite que nos foi endereçado.




Segundo a editora, «é um romance sobre a dor maior que é a perda de um filho e a acção que isso exerce nos que ficam. Um livro sobre pessoas e o grau de humanidade que nelas habita. Ou não. [...].
Se um de nós morre, arranja-se um suplente. Se o suplente morre ou por alguma razão se avaria, arranja-se outro suplente. A humanidade é, por inteiro, descartável. Por vezes a consciência atinge-nos como um raio, ou uma fatalidade [...].».


Nesta sessão de apresentação, Rui Zink e António Jorge Gonçalves, o autor do romance e o autor das ilustrações de O SUPLENTE, falarão do trabalho conjunto e do que há de novo nesta edição. 

Falarão de muitas coisas MENOS de futebol. O SUPLENTE não é sobre futebol. É outra coisa, que não esbanja meios e devia provocar manifestações» (do convite).

link:
http://www.planeta.pt/autor/rui-zink



Tuesday, October 23, 2012

ARS LITTERATUR (30): Rui Zink e A instalação do medo



Ars Integrata tem o prazer de divulgar o lançamento de um novo livro de Rui Zink, já na próxima 5.ª feira, dia 25 de Novembro, pelas 18h30, na FNAC/Chiado, em Lisboa (Metro: Baixa-Chiado).

Trata-se de uma obra que escapa às habituais categorias literárias, acima de tudo a do romance, podendo talvez definir-se como um mix de ensaio e conto, uma espécie de ficção-filosófica hiperrealista que reflecte sobre "A instalação do medo", uma das poderosas dominantes da dita "crise" actual. Mas, mais do que ensinar o caminho para dele fugirmos (tentação a que, pese embora a sua qualidade de professor universitário, o autor consegue escapar), a sua trama fornece as pistas para que seja o próprio leitor a poder esconjurá-lo como primeiro passo, mas fundamental, para devolver a "crise" àqueles que a têm vindo a alimentar. Trata-se, pois de um instrumento de auto-ajuda que recomendamos vivamente. Um contraponto ao manual de bolso de parte significativa da chamada "classe política", que é como todos sabemos e sentimos na carne, O Príncipe, de Niccolò Machiavelli (1469-1527).

Aqui fica pois o convite:


e alguns links:

http://www.livroseleituras.com/web/index.php?option=com_content&view=article&id=657:ao-contrario-dos-bois-e-das-vaquinhas-nos-vivemos-em-simultaneo-no-presente-passado-e-futuro-somos-animais-imaginativos-mas-andam-a-querer-transformar-nos-em-ruminantes&catid=64:escritores&Itemid=175

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=210339232433371&set=a.203955406405087.52529.202162519917709&type=1&theater

http://graphias.penclubeportugues.org/2012/10/a-instalacao-do-medo-mais-recente-obra.html

http://www.culturafnac.pt/a-instalacao-do-medo/

Tuesday, March 27, 2012

ARS LITTERATUR (29 ): V Encontro de Escritores Moçambicanos na Diáspora

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ARS INTEGRATA divulga e estende o convite que nos foi endereçado a todos os nossos leitores:

Exmo/a. Sr/a.,

O Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora tem a honra de convidar V/Exa para estar presente no V Encontro de Escritores Moçambicanos na Diáspora, em Homenagem ao Escritor Moçambicano Ascêncio de Freitas, a realizar-se nos dias 29, 30 (das 14 às 18h30) e 31 (das 10 às 18H) no Espaço Ideias, na Rua Alves Paiva Fragoso - frente ao 34 - Beato 1900-061 Lisboa.
Contamos com a sua presença!

Com os melhores cumprimentos,
Delmar Maia Gonçalves

Contactos:
E-mail: encontro.de.escritores@gmail.com
WEB: www.eemd.tk
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Sunday, October 9, 2011

ARS LITTERATUR (28): Novo romance de Rui Zink, um novo olhar sobre o eterno jogo do amor


CONVITE

O tão aguardado novo romance de Rui Zink - um dos autores portugueses mais traduzidos no estrangeiro, editado em diversos países europeus, mas também no continente americano, no médio-oriente e no Japão, e que além da docência na Universidade Nova de Lisboa é frequentemente requisitado como conferencista em conceituadas universidades internacionais - aí está, com as relações amorosas no cerne da questão mas não só. Desconcertante, mas destinado a tornar-se um clássico.

A sessão de lançamento do livro irá decorrer na Fnac - Colombo, no 1.º piso do Centro Comercial Colombo (metro: Colégio Militar/Luz), quarta-feira, dia 12, pelas 18h30m. A apresentação da obra estará a cargo da não menos conceituada escritora Lídia Jorge e o aclamado actor Antonino Solmer lerá alguns excertos da mesma.





Tuesday, June 21, 2011

ARS LITTERATUR (27): Charles Reis Félix na FLAD com Vasco da Gama, Cary Grant, e…


VASCO DA GAMA, CARY GRANT E…


Convite:

3.ª feira, 21 de Junho, 18H30

na FLAD / Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.
Rua do Sacramento à Lapa 21, em Lisboa (perto da Basílica da Estrela)

Lançamento do novo livro da colecção Portugal na América:


«Vasco da Gama, Cary Grant e as Eleições de 1934»


Um magnífico romance de Charles Reis Felix sobre o crescimento de um filho de portugueses, em New Bedford durante a Grande Depressão

A apresentação decorrerá à conversa com Frank X. Gaspar, laureado autor de Stealing Fatima
e:
Rui Zink (FCSH/EP/IELT), escritor e professor universitário
Frank Sousa (UMass Dartmouth, responsável pela edição americana)

Uma edição Edel, com o apoio da FLAD e da Universidade de Massachussetts Dartmouth
Tradução de Emília Madureira
(Já publicado: Minha Ilha, minha Casa, de Alfred Lewis)
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Sunday, November 21, 2010

ARS LITTERATUR (26): O «Grupo do Leão» revisitado



No próximo dia 11 de Dezembro, pelas 18 horas, terá lugar no Museu Nacional de Arte Contemporânea / Museu do Chiado, na Rua Serpa Pinto, 4 - Lisboa (junto ao Teatro Nacional de S. Carlos - metro: Baixa-Chiado), o lançamento do mais recente livro da dupla Rui Zink (texto) e Jorge Gonçalves (ilustração).

Trata-se de um projecto encomendado pelo próprio museu para dar a conhecer (ou, para os mais eruditos, muito simplesmente ajudar a recordar) os contornos daquele que foi talvez o mais influente movimento da arte portuguesa de finais século XIX, surgido na cervejaria Leão por volta de 1880 em resultado de uma tertúlia artístico-literária animada pelo pintor Silva Porto recém regressado de França, onde fora discípulo de Daubigny, e por outros artistas, como José Malhoa e os irmãos Columbano e Rafael Bordalo Pinheiro, que pretendiam cultivar o "realismo" (no que foram inconsequentes), e deram forma ao naturalismo de "plein air" (precursor do impressionismo), ainda que pontilhado por tendências que apontavam na direcção de um "realismo" tímido que não vingou (Silva Porto e Columbano) como na propensão para a representação do pitoresco (Malhoa).
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Sunday, November 7, 2010

ARS LITTERATUR (25): O «cão das ilhas» premiado!


O CÃO DAS ILHAS, de CONCEIÇÃO CALEIRO


O romance de estreia de Conceição Caleiro, «O Cão das Ilhas», já aqui referido no post Ars Litteratur (19), a 20 de Junho de 2009, acaba de ser galardoado pelo P.E.N. Clube com o prémio «1.ª obra»

ver: http://arsintegrata.blogspot.com/2009/06/ars-litteratur-19-o-cao-das-ilhas-de.html

Na verdade, Conceição Caleiro, mais conhecida como navegadora nas lides da crítica literária ousou saltar a barricada da escrita criativa, estreando-se na «arte do romance» (Kundera) e fê-lo com grande eficácia, ora certificada pela atribuição deste prestigioso prémio.

Ars Integrata recomenda, pois, a sua leitura a quem ainda não o fez.
Ver, em breve, nota crítica em: http://arslitteraria.blogspot.com/
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Sunday, June 20, 2010

ARS LITTERATUR (24): In Memoriam de José Saramago, Prémio Nobel da Literatura





In Memoriam de JOSÉ SARAMAGO (1922-2010), Prémio Nobel da Literatura (seja para inveja de muitos escritores de pacotilha, meramente verborraicos, que a ele aspira(ra)m, como para desdita de muitos inimigos de quem não "reza(rá)" a história, Ars Integrata republica aqui, com a devida vénia ao blogue Ars Litteraria a cujo arquivo o fomos recuperar, um texto de Rui Zink a propósito de "Caim" (o último livro do ora falecido escritor), e do que dele se disse...



Um santo homem



Querido Metro,

acho que há uma prova da existência de Deus: é que uma entidade da qual passamos a vida a falar tem forçosamente, nem que seja na nossa cabeça, de existir. Aliás, quando está escrito “No princípio é o verbo” isso dá para os dois lados, como de resto tudo no texto bíblico: dá para falar da criação do mundo (foi a Palavra Divina), e também para dizer que é através da palavra (humana) que a humanidade descobre Deus. Por isso me zango quando as pessoas dizem “é só conversa”, “o silêncio é d’oiro”, “eles falam, falam, falam”. É que não é só a falar que a gente se entende, é a falar que a gente é gente. No princípio é o verbo? Pois no meio e no fim também. A palavra é divina, mesmo quando não é palavra divina. Dito isto, confesso que gosto muito do Saramago e gosto muito da Bíblia. Ambos têm idade para merecer o nosso respeito e ambos dizem coisas controversas, umas vezes mais acertadas, outras mais perturbantes – mas sempre folgazões e intrigantes. Um grande livro, um grande homem, e sobretudo ajudam-nos a viajar. No viajar é que está o ganho. Saramago não é teólogo? Graças a Deus, pois a religião é uma coisa demasiado séria para ficar só entregue a especialistas. O bom José tem a autoridade de quem conviveu com o mundo e a linguagem ao longo de toda uma vida. Não será um erudito do texto sagrado, mas pensa pela própria cabeça, sabe ler, leu muito, tem voz própria, e é isso que se espera dum escritor. E querem maior prova da existência de Deus que um ateu, aos 87 anos, esmiuçar o episódio de Caim, o proscrito, resgatando-o como irmão humano? Ou gesto mais generoso do que estender a mão ao primeiro dos “malfeitores”, ao contrário dos que (tenho uma lista) passaram estes dias a praticar a triste arte da preterição, dizendo que nem vale a pena falar do assunto de que estão a falar?

Com franqueza, se isto não é um santo homem, indiquem-me o vosso santo caixote do lixo.


Rui Zink
In: Metro, ano 6, n.º 1088, de 2009-10-28
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Sunday, May 16, 2010

ARS LITTERATUR (23): BB+! a crónica de Rui Zink

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Stadium XVI / DZ reconstructio MMX


Bem Bom Mais

É bonito que esta semana se cumpra sob o signo do BB+. Refiro-me, obviamente, à vitória do Benfica e à visita de Bento XVI. Têm a minha simpatia porque ambas trazem, a uma quantidade impressionante de pessoas, duas coisas importantes: alegria e esperança. Mas é verdade que não é só por altruísmo que me alegro com a felicidade e fé alheias. Sim, também é porque... daí saco vantagem. Pessoas felizes são mais generosas, mais atenciosas, têm menos tendência a chatear o próximo (ou seja, eu) do que pessoas frustradas, ressentidas. Corro menos riscos de ser atropelado, levar um tiro ou ser mal atendido na repartição – e não ser atropelado nem levar um tiro nem ser tramado com a papelada são (vá lá saber-se porquê) coisas a que ligo alguma coisa.
Há anos o comandante da Brigada de Trânsito da GNR confirmou-me esta tese: quando a vida corre bem aos portugueses, somos menos agressivos ao volante e há menos desastres.

O Braga por acaso também começa por B, fazendo o triângulo perfeito, sendo que Braga sempre foi a cidade mais religiosa de Portugal. Também não desmerecia ganhar. Mas a vitória do Benfica conjuga-se melhor – a começar pelo nome do treinador – com a vinda de Bento, que até tem nome de antigo guarda-redes do Benfica. Por isso não alinho com a malta ateia em abaixo-assinados pela “laicidade”. Sabiam que também num ateu o fanatismo é uma chatice? E quanto a vós, amigos do Porto: cadê o mal de, depois da vossa fartura, o Benfica ganhar? Hã?

Aprendamos, com o Pai, com a Mãe, com o Tio, com o Roque, com a Amiga, a viver e a deixar viver. Sobretudo numa altura em que as agências de “reitingue” nos tiraram o AA+, é bem bom termos pelo menos esta semana de festejos BB+. Viver e deixar viver, ouvisteis, pá? Aceitar como nossa a alegria dos outros. Ide por mim. É tão simples que nem parece complicado. Viva o Benfica! Viva Bento XVI! Viva Bortugal!

Rui Zink
In Metro (2010-05-10)


Sunday, March 21, 2010

ARS LITTERATUR (22): O Anibaleitor, de Rui Zink



A nova edição portuguesa de um livro destinado a tornar-se um clássico - O ANIBALEITOR, de Rui Zink - o qual tem também vindo a alcançar merecido sucesso nos diversos países em que foi editado, tem lançamento marcado para esta semana. Ars Integrata estende a todos os seus leitores, com o maior gosto, o convite que nos foi endereçado pelo seu autor.



Quinta 25 [Março 2010], às 18h30, é lançado O Anibaleitor, agora a cores, na Ler Devagar, Lx Factory, ao Calvário [para quem não conhece, fica ao fundo da pequena rua por detrás da esquadra da polícia no Largo do Calvário, em Alcântara]. E bem sei que é um calvário lá chegar [mas o parque de estacionamento da Lx Factory é "grátis"], pelo que não fico chateado se ninguém aparecer. Até porque estas coisas são um bocadito seca. mas são a Ana Paula Guimarães e o Carlos Augusto Ribeiro a apresentar, e isso não faz um mundo catita, mas alguma aproximação.

Rui


ver mais em:

http://arslitteraria.blogspot.com/

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Sunday, October 11, 2009

ARS LITTERATUR (21): O prazer da memória do maestro Miguel Graça Moura

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Na próxima 4.ª feira, dia 14 de Outubro, pelas 19 horas tem lugar na Livraria Bulhosa, loja do Campo Grande, n.º 10-B, em Lisboa (metro: Campo Grande, saída junto à estátua dos Combatentes da Grande Guerra), o lançamento de um livro que promete ser o mais polémico da temporada, susceptível de agitar, pelo seu conteúdo, o meio musical e artístico, e a própria esfera política nacional.

Trata-se de uma obra do maestro Miguel Graça Moura, o criador da Orquestra Metropolitana de Lisboa e da escola de música que lhe está associada (incluindo vários graus de ensino, desde o atelier de iniciação para os mais novos até à Academia Superior de Orquestra, que grandes frutos tem dado), mas que mercê de um antigo conflito com Pedro Santana Lopes, se viu obrigado a deixar a prestigiada instituição quando este último exerceu o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, sob a acusação da prática de irregularidades de que se viu ilibado pela justiça. É pois com enorme expectativa que se aguarda o seu livro, onde narra a sua versão dos acontecimentos.

Miguel Graça Moura pagou caro a glosa à célebre entrevista em que o então Secretário de Estado da Cultura (sim, neste país tudo é possível), depois Presidente da Câmara de Lisboa, e agora esmagadoramente derrotado candidato a este último cargo, declarava o seu muito apreço por um "concerto para violino de Chopin" que o célebre compositor nunca teve ensejo de criar.... Azar, grande parte dos compositores célebres criou pelo menos um concerto para violino: tivesse PSL mencionado J. S. Bach, Beethoven, Mozart, Mendelssohn, Prokofiev e tantos outros, e teria acertado!!! Com a destituição do maestro, o político preferido das revistas "cor-de-rosa" exerceu de forma mesquinha o poder que então detinha (mas que o povo de Lisboa lho não voltou a conceder). É, pois, caso para dizer: "o último a rir é o que ri melhor"!

E aqui fica o desafio: Vamos à Bulhosa, com PRAZER, ouvir o maestro!
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Thursday, July 2, 2009

ARS LITTERATUR (20): Traços de viagem, de Manuel João Ramos

TRAÇOS DE VIAGEM, um livro para ver e Ler Devagar


«[...] Envio convite para o lançamento do meu livro Traços de Viagem. [...]
Manuel João Ramos»


Manuel João Ramos, o bem conhecido Presidente da Associação dos Cidadãos Auto-Mobilizados, ilustrador, autor de banda desenhada (quem não se lembra do hilariante "Major Alverca", em co-criação com o escritor Rui Zink, que por largo tempo deliciou os leitores do jornal "Público", mais tarde compaginado em livro de largo sucesso editorial?), dá agora à estampa em edição da Livraria Bertrand, "Traços de viagem", um "carnet de voyage", onde se combina o registo textual com a qualidade do desenho que lhe é reconhecida, num jogo de invocação e memória, com uma sustentável leveza e ironia combinadas com a profundidade do olhar crítico e poético que é seu timbre.

O lançamento para o qual estamos todos convidados é na Livraria Ler Devagar (no Espaço da Lx Factory, situada nas trazeiras da esquadra de polícia do Largo do Calvário, em Lisboa, tendo muitos lugares para estacionamento no seu espaço), no próximo dia 9 de Julho, pelas 18h30.
A apresentação, como não podia deixar de ser... será a cargo de Rui Zink.



Ars Integrata vai lá estar entre muitos amigos, e estende o convite a todos os seus leitores. A obra estará, posteriormente, nos escaparates das livrarias de todo o país, mas a apresentação - acto efémero poe natureza - apenas poderá perdurar na memória dos que lá forem concelebrar o que se adivinha como uma Festa da Cultura (e, mais a mais, além dos intervenientes, aqui fica uma "dica" útil para quem ainda não conhece: a Livraria Ler Devagar tem um bar com piano...)
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Saturday, June 20, 2009

ARS LITTERATUR (19): O cão das ilhas, de Conceição Caleiro

Na próxima 5.ª feira, pelas 18h30, na Livraria Barata, em Lisboa, terá lugar o lançamento do primeiro romance de Conceição Caleiro, conhecida especialista da obra de Clarisse Lispector, e últimamente da obra de Gabriela Llansol - donde vislumbramos ecos no título ("amar um cão") e possivelmente no conteúdo -habitualmente dedicada aos campos do ensaio e da crítica informada, animadora de comunidades de leitores, estreia-se agora no plano da criatividade literária, pelo que é grande a expectativa que rodeia este lançamento.

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Sunday, November 23, 2008

ARS LITTERATUR (18): Oferendas de Natal


LANÇAMENTOS NATALÍCIOS


- 5.ª feira, 27 de Novembro, no Teatro Nacional de S. Carlos (Lisboa, em frente à casa de Fernando Pessoa - metro: Baixa-Chiado) - (re)lançamento do Livro do Desassossego de Fernando Pessoa (Vicente Guedes, Bernardo Soares), em nova edição, corrigida e aumentada, criteriosamente preparada por Teresa Sobral Cunha, ora publicada pela Relógio d’Água.

- dia 10 de Dezembro (4.ª feira), pelas 18 horas, no CEJ - Centro de Estudos Judiciários (na antiga cadeia do Limoeiro, junto à Sé de Lisboa, perto do Castelo de S. Jorge) – “… e aos costumes disse nada”, de Ferreira Neto (ed. O Liberal) – Trata-se de uma obra que tem como chave de inspiração casos judiciais reais, matéria de muitos livros policiais e de guiões teledramáticos, mas que desta feita tem a vantagem de ser escrita por um prestigiado juiz de direito, que nos dá uma outra abordagem fundada na sua larga experiência e reflexão pessoal, a desafiar o "voyeurismo" e/ou a perspicácia que habita em cada leitor.


- dia 16 de Dezembro (terça-feira), pelas 15h30, na Confeitaria Império (Rua Fernandes Tomás - Porto) - Apresentação na "capital" nortenha de Farândola do Solstício: memórias de infância por terras de Miranda, último livro (a solo) de Jorge Castro - Verdadeira farândola de memórias e de emoções com a forma de escrita viva que constitui imagem de marca do seu autor (em que este combina o seu olhar atento, com uma coabitação caleidoscópica entre múltiplos sentidos: o rigor etnográfico, a ironia, a poética da ternura e da nostalgia, etc.).


- Dia 20 (sábado), pelas 17 horas, de novo na Biblioteca Municipal de Cascais, em São Domingos de Rana, terá lugar a sessão de lançamento do livro PerCursos de Cascais - um mar de escritas, colectânea de textos de 18 autores que integraram uma Oficina de Escrita Criativa promovida pela Câmara Municipal de Cascais. Obra colectiva de múltiplos sentidos poéticos a pretexto de Cascais (ed. da C.M.C.). Entre os vários autores, salientamos Cristina Vieira, autora dessa obra notável Barbie kills the babies (Ed. da Apenas Livros) e Jorge Castro, que dispensa apresentações, sobejamente conhecido dos leitores de Ars Integrata e de um já vasto público que o tem vindo a apreciar nas suas múltiplas andanças de norte a sul do país divulgando a sua poesia e a de outros.


Lançamentos precedentes (mas não menos natalícios):

- Destino turístico, de Rui Zink (à venda nas FNAC’s e em quase todas as livrarias) – P.V.P.: ca. 15 € (ver nota no blogfriend ARS LITTERARIA, em: http://arslitteraria.blogspot.com/ )

- Ó simpático vai um tirinho?, de Carlos Pedro (pedidos à Biblioteca Operária Oeirense – R. Cândido dos Reis, em Oeiras) – P.V.P.: 10 €. – Um poeta “maldito”, que usa as palavras como balas penetrantes no âmago dos “podres poderes” de que também nos fala Caetano Veloso numa das suas melhores canções. Poesia de “escárnio e maldizer”, onde não deixa de estar presente um sentido de humor corrosivo. das vilanias que das, politicamente incorrecto, Como tal, Carlos Pedro é um poeta ostracizado, e, por isso merecendo que nos lembremos dele neste Natal, comprando o seu último livro (atenção apressem-se, porque a edição é de apenas 600 exemplares, pelo que rapidamente passará à categoria de raridade). Nota: sendo uma boa prenda, deve ser destinada apenas a maiores de 16 anos!
Pedidos para: carlos.piripiri@gmail.com
telf. 214423552



e DISCOS NATALÍCIOS

Vozes de Nós / Cramol (polifonias femininas tradicionais portuguesas). Editado pela Ocarina, mereceu o alto patrocínio da Fundação para a Ciência e Tecnologia e do IELT - Instituto de Estudos de Literatura Tradicional. Trata-se de uma obra fundamental que nos devolve o prazer de ouvir música popular com um selo de elevadíssima qualidade, com uma riqueza sonora (melódica, harmónica, e interpretativa) que não deixará de surpreender os ouvintes, nos antípodas do pimba que as rádios insistem em nos impingir (à venda nas FNAC’s e na Biblioteca Operária Oeirense – R. Cândido dos Reis, em Oeiras) – P.V.P.: ca. 17 € (CD duplo).

Eterno navegar / de Uxìa – ed. Nordesia ; distr. Harmonia Mundi (ver em: http://www.uxia.net/ ) . - uma cantora de referência da Galiza tão próxima de Portugal, onde já conta com muitos amigos e admiradores
The Season / de Jane Monheit (ed. Sony) - canções de Natal por uma das melhores cantoras de jazz da actualidade

Friday, October 24, 2008

ARS CURATOR (15): Discovering America in crisis! What crisis?


À DESCOBERTA DA AMÉRICA

Domingo, 26 de Outubro, pelas 18h30
na Livraria Ler Devagar, na Fábrica Braço de Prata (Lisboa)
Divulgação do livro O alentejano que descobriu a América, de Pedro Laranjeira
Apresentação por Pedro Mota e Isabel do Carmo



É da descoberta da América por Cristóvão Colombo que nos fala Pedro Laranjeira, conceituado jornalista e poeta, desta feita desafiando a "História" que muitos quiseram (e, pasme-se, ainda querem) estabelecida em parangonas de manuais escolares e panfletos turísticos, mas que hoje se apresenta cada vez mais como um exercício de inteligência, de confronto de ideias, pois como Socrates (o Grego, não aquele que se vê grego) outrora maieuticamente filosofou, é da "discussão que nasce a luz".

Para Pedro Laranjeira, "é hoje evidente que o tecelão genovês Cristoforo Colombo nunca poderia ter sido o mais famoso navegador de todos os tempos. Estamos perante duas personalidades diferentes, ambas, aliás, documentadas, mas tudo indicando que o Almirante foi um nobre português, primogénito de D. Fernando Duque de Beja e de Isabel Gonçalves Zarco, filha do descobridor da Madeira e Porto Santo, João Gonçalves Zarco".
O autor perfilha, assim, a tese defendida por Mascarenhas Barreto e outros, de que Cristóvão Colombo era português, e demonstrando uma grande capacidade de síntese, torna agora acessível ao grande público, as suas linhas de força. Note-se que esta tese tem vindo a ganhar um crescente número de adeptos fora do âmbito universitário, e inspirou mesmo um romance ao jornalista José Rodrigues dos Santos (O Codex 632) e um filme ao realizador Manuel de Oliveira (Cristóvão Colombo - o enigma).
Por certo que, como observou Karl Popper, "(...) não pode haver história do «passado tal como ocorreu na realidade», só pode haver interpretações históricas e nenhuma delas definitiva (...)", mas isso não impede que se deva tentar a demanda do Graal, objectivo quiçá quimérico, mas que nos faz trilhar caminhos de descoberta e da nobre procura da verdade.
Do meio universitário, que se esperaria estivesse no centro do furacão (ou seja, promovendo o debate), parece erguer-se um muro de silêncio, e por vezes, à falta de melhores argumentos, não raro "doutas luminárias" refugiam-se na cobarde maledicência a sotto voce. Fica aqui o convite e o desafio a quantos perfilham opinião contrária para que, com a mesma coragem deste autor , contraponham argumentos se acaso os possuem.



BUSH ERA


Domingo, 26 de Outubro, 17h
na Fnac Chiado, em Lisboa (metro: Chiado)
Lançamento do último livro do escritorRui Zink
O DESTINO TURÍSTICO
Apresentação por Inês Pedrosa





Sinopse:
«Há um sítio onde se faz turismo de guerra. Quem lá vai quer assistir e participar ao vivo em bombardeamentos, explosões e atentados. Há anos que a Zona é tristemente célebre pelo estado contínuo de guerra civil… é um verdadeiro “paraíso infernal”. Greg parece ser apenas mais um turista, mas o seu guia – após o desaparecimento de uma delegação de observadores filipinos – começa a questionar as suas verdadeiras intenções. Porque será que Greg decidiu visitar aquele inferno de horror quotidiano?!».

Citações de alguma crítica especializada:

"O meu texto favorito é um que doravante usarei como referência. Citá-lo-ei a amigos, farei cópias para os mais próximos (esperando não ser processado por violação de direitos de autor). (...) É uma tremenda história, esta de Rui Zink, acerca do apocalipse de que todos somos testemunhas"
- Sheheryar B. Sheikh, in Newpages.com

"Um escritor extremamente original no vasto universo da literatura portuguesa contemporânea"
- Helena Vasconcelos, in Colóquio Letras

"É possível ter uma perpectiva inovadora sobre as coisas banais? Sim. É isso que faz Rui Zink"

- Tiago Damião, Atlântico



Crisis! What crisis?
it's ju
st A Great American Party


Sábado, 1 de Novembro, pelas 16h30
na Livraria Byblos, em Lisboa
Lançamento do livro US America, de Carlos Oliveira Santos (texto) e Ana Branca (fotografias)
Apresentação de Jorge Listopad

Será apenas uma grande Festa Americana?

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Tuesday, May 27, 2008

ARS LITTERATUR (39) : Farândola do Solstício

Convite

Dia 31 de Maio, sábado, às 15h30,

no Museu da Electricidade (entrada poente), em Belém, Lisboa,
será apresentado o meu mais recente livro,

Farândola do Solstício
- memórias de infância por terras de Miranda.


Farândola, porque se quer uma dança de rua, onde os bailadores se dêem as mãos num cordão a perder de vista. Do Solstício, acordando velhos rituais de celebração à Vida e ao seu eterno retorno.

Memórias recolhidas nas vivências entre 1956 e 1964, acompanhando a saga da construção das barragens hidro-eléctricas do Douro Internacional, onde a intensidade da paisagem aliada à obra criada pelo engenho humano, temperada por solidariedades ao arrepio dos tempos que se viviam, fez daquela a minha terra de afectos, que perduram, e à qual me impus pagar tributo em vida.

Para o evento, que se quer, acima de tudo, uma festa, quero contar com a vossa presença, como conto já com os cânticos transmontanos que o CRAMOL nos vai trazer, bem como com o som dos Gaiteiros de l'Piara... e uma belíssima mão-cheia de amigos.

No espaço aprazível do Museu da Electricidade, junto ao Tejo - e com uma excelente exposição de fotografia a decorrer - o World Press Photo - espero poder proporcionar-vos um passeio memorável.

- concepção de capa e convite, arranjos gráficos e paginação de TunalightZone
- edição
Apenas Livros, Lda.

- Jorge Castro

Wednesday, March 12, 2008

ARS LITTERATUR (38): LLansol lá longe, a obra aqui tão perto


LLANSOLIANDO DESENHOS A LÁPIS COM FALA...


Na próxima 6.ª feira, dia 14 de Março, pelas 19h, na Livraria Byblos (Edifício Amoreiras Square - Amoreiras - Lisboa) Conceição Caleiro, da Associação de Estudos Llansolianos, promove uma sessão de apresentação da obra Desenhos a lápis com fala - Amar um cão, de Augusto Joaquim (?-2003) e Maria Gabriela Llansol (1931-2008), em edição da Assírio & Alvim, com posfácio de João Barrento (n.e.: o texto "Amar um cão" tinha já sido objecto de edição anterior, de há cerca de 18 anos, mas com ilustrações de Ruth Rosengarten).


Maria Gabriela partiu há dias (3 de Março) para se juntar ao seu companheiro de sempre, que além de ilustrador foi o seu primeiro ensaísta e advogado literário, mas deixou-nos a sua obra ("inclassificável", segundo Eduardo Lourenço) para mergulharmos nela sempre que quisermos.

Como ela própria referiu: "Quem traz algumas mutações estilísticas, algumas propostas poderosas de mutação do olhar pode não ser bem-vindo mas não pode, de certeza, ser dispensado" (cf. O Livro das Comunidades, 1977).


Monday, March 10, 2008

ARS LITTERATUR (37 ): Ana Hatherly, poeta visual e literal



ANA HATHERLY EM PESSOA, MAS NÃO EM FERNANDO (e ainda bem!) NA BNP



Ana Hatherly, é um dos ícones da poesia visual contemporânea (que diga-se no entanto, como a autora não esconde, teve precedência há mais de duas centúrias atrás, artifícios do maneirismo e do barroco), que nela nos surge em palavra e traço depurados de ornamentação espúria, gongórica.

A Biblioteca Nacional de Portugal, entendeu (e bem) homenagear os seus 50 anos de vida literária (que está para além das experimentações visuais, mas que não deixa de ser atravessada por um fio condutor característico da sua personalidade simultaneamente arisca e tranquila que fascina gerações. Habita de há muito a nossa memória e ficará na História da literatura (devia constar dos programas de ensino secundário, o que talvez criasse mais entusiasmo com a disciplina do português).

A justa homenagem, decorre até 31 de Março de 2008, através de uma mostra da sua obra na sala de referência da BNP. No dia 12 de Março, pelas 18h, haverá uma visita guiada e uma sessão literária com a presença da autora e de Artur Anselmo. A não perder!

v. notas biográficas e algumas obras em:

v. entrevista em:
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Sunday, February 17, 2008

ARS MUSICA (36) : Corelis no Instituto Camões


Bastião, Bastião
Música da largada das naus, da saudade e das perplexidades nas margens do(s) outro(s) lado(s) do mar e a festa do regresso .

Corelis marca presença no lançamento do livro A Idade da Sageza em Rioseco”, de Mestre Maria do Céu Gomes, que terá lugar no Instituto Camões, dia 19 de Fevereiro de 2008, pelas 18.30 horas (ver programa in http://arsmusica2u.blogspot.com/ ) .

Dedicatio

«[...] porque gostas das palavras tanto como nós. E amas os sons tanto como nós.
Que bom que é estarmos aqui . E que bom que é que nos queiras aqui, contigo. Neste universo cinestésico, como tu falas.

Como diz o teu poeta Manuel Rui, “Uma onda é amar-te e medo, ciúme deste mar, tan-tan do meu naufrágio, numa canoa de pétalas de acácia”.

Mas ainda e a propósito, com palavras nossas, em jeito de mãos dadas:

Mornas são as vozes quando se calam, quando se agitam e se deixam embalar no remanso de uma canoa. Doces e remotas como lembranças da terra quente, do seio da nossa mãe.
Dos sons ávidos do fim da tarde soltam-se os cheiros, os embriagados risos, fervilhantes,
As lamúrias mais suaves e os tormentos escorridos, ainda apetecidos, suspensos das gargantas dos amantes.
Palavras feitas de pétalas são flores. Vermelhas-rúbias, ocres, ou simplesmente descoloridas pelo sol. Todas as cores. Todas as maneiras.
Na festa barroca dos sentidos, delirantes. E nas enxovias pardas. Cheira a ninfas, berram faunos, sossegam as crianças. Num choro dolente de noites mansas. [...] no canto da nossa voz. [...].


Filomena Lima*, in nomine Corelis dixit
*(N.R.: magistratus superantis)

Sunday, December 9, 2007

ARS CURATOR (7)

dia 12, 21 horas - FNAC Chiado (Lisboa)
Pedro Mota
apresenta o seu álbum de viagens (fotos e texto),
relatos de vivências em destinos pouco habituais,
em busca dos traços de união que nos aproximam

"Quatro Ventos, Sete Mares"

*
dia 13, 18 horas, no Palácio Foz (Lisboa)
DUO VIENALIS

Duo de Piano e Violino
Piano: Ana Cosme
Violino: Luis Morais
Obras de: V. Beethoven, S. Prokofieff, E. W. Korngold e E. Grieg

- Entrada Livre
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Acerca da essencial e discreta diferença / Júlia Lello (poema) & David Zink (música)

Da Ciência e da Arte / Jorge Castro (poema) & David Zink (música)

David Zink - Dolphin Dance

Falas de amor / Jorge Castro (poema) & David Zink (música)

LALO (1823-1892) - Sinfonia Española (1º and.) / Miguel Zink

Lalo - Symphonie Espagnole - 4th mov. / Miguel Zink (violin) & Karina Axenova (piano)

J.S. Bach - Violin Sonata, BWV 1001, I&IV / Miguel Zink, 15y.

David Zink - Jupiter (1st approach, abridged)

Canção de embalar / Jorge Castro (poema) & David Zink (música)

Sphera Mundi / David Zink

Miguel Zink, 15 anos, 1.º Prémio do Concurso A. Capela, no Concerto dos Laureados, 2010.05.30

Mendelssohn's Violin concerto, op. 64, 1st. mov. / by Miguel Zink

This video posted by Ars Integrata was available here during circa one year, but has been removed by the original publisher (C.A.) in December 2012