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http://www.planeta.pt/autor/rui-zink
Exmo/a. Sr/a.,



Stadium XVI / DZ reconstructio MMX

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Sinopse:
«Há um sítio onde se faz turismo de guerra. Quem lá vai quer assistir e participar ao vivo em bombardeamentos, explosões e atentados. Há anos que a Zona é tristemente célebre pelo estado contínuo de guerra civil… é um verdadeiro “paraíso infernal”. Greg parece ser apenas mais um turista, mas o seu guia – após o desaparecimento de uma delegação de observadores filipinos – começa a questionar as suas verdadeiras intenções. Porque será que Greg decidiu visitar aquele inferno de horror quotidiano?!».
Citações de alguma crítica especializada:
"O meu texto favorito é um que doravante usarei como referência. Citá-lo-ei a amigos, farei cópias para os mais próximos (esperando não ser processado por violação de direitos de autor). (...) É uma tremenda história, esta de Rui Zink, acerca do apocalipse de que todos somos testemunhas"
- Sheheryar B. Sheikh, in Newpages.com
"Um escritor extremamente original no vasto universo da literatura portuguesa contemporânea"
- Helena Vasconcelos, in Colóquio Letras
"É possível ter uma perpectiva inovadora sobre as coisas banais? Sim. É isso que faz Rui Zink"
- Tiago Damião, Atlântico
Crisis! What crisis?
it's just A Great American Party
Será apenas uma grande Festa Americana?
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Farândola, porque se quer uma dança de rua, onde os bailadores se dêem as mãos num cordão a perder de vista. Do Solstício, acordando velhos rituais de celebração à Vida e ao seu eterno retorno.
Memórias recolhidas nas vivências entre 1956 e 1964, acompanhando a saga da construção das barragens hidro-eléctricas do Douro Internacional, onde a intensidade da paisagem aliada à obra criada pelo engenho humano, temperada por solidariedades ao arrepio dos tempos que se viviam, fez daquela a minha terra de afectos, que perduram, e à qual me impus pagar tributo em vida.
Para o evento, que se quer, acima de tudo, uma festa, quero contar com a vossa presença, como conto já com os cânticos transmontanos que o CRAMOL nos vai trazer, bem como com o som dos Gaiteiros de l'Piara... e uma belíssima mão-cheia de amigos.
No espaço aprazível do Museu da Electricidade, junto ao Tejo - e com uma excelente exposição de fotografia a decorrer - o World Press Photo - espero poder proporcionar-vos um passeio memorável.
- concepção de capa e convite, arranjos gráficos e paginação de TunalightZone
- edição Apenas Livros, Lda.
- Jorge Castro
LLANSOLIANDO DESENHOS A LÁPIS COM FALA...
Na próxima 6.ª feira, dia 14 de Março, pelas 19h, na Livraria Byblos (Edifício Amoreiras Square - Amoreiras - Lisboa) Conceição Caleiro, da Associação de Estudos Llansolianos, promove uma sessão de apresentação da obra Desenhos a lápis com fala - Amar um cão, de Augusto Joaquim (?-2003) e Maria Gabriela Llansol (1931-2008), em edição da Assírio & Alvim, com posfácio de João Barrento (n.e.: o texto "Amar um cão" tinha já sido objecto de edição anterior, de há cerca de 18 anos, mas com ilustrações de Ruth Rosengarten).
Maria Gabriela partiu há dias (3 de Março) para se juntar ao seu companheiro de sempre, que além de ilustrador foi o seu primeiro ensaísta e advogado literário, mas deixou-nos a sua obra ("inclassificável", segundo Eduardo Lourenço) para mergulharmos nela sempre que quisermos.
Como ela própria referiu: "Quem traz algumas mutações estilísticas, algumas propostas poderosas de mutação do olhar pode não ser bem-vindo mas não pode, de certeza, ser dispensado" (cf. O Livro das Comunidades, 1977).


Corelis marca presença no lançamento do livro “A Idade da Sageza em Rioseco”, de Mestre Maria do Céu Gomes, que terá lugar no Instituto Camões, dia 19 de Fevereiro de 2008, pelas 18.30 horas (ver programa in http://arsmusica2u.blogspot.com/ ) .
Dedicatio
«[...] porque gostas das palavras tanto como nós. E amas os sons tanto como nós.
Que bom que é estarmos aqui . E que bom que é que nos queiras aqui, contigo. Neste universo cinestésico, como tu falas.
Como diz o teu poeta Manuel Rui, “Uma onda é amar-te e medo, ciúme deste mar, tan-tan do meu naufrágio, numa canoa de pétalas de acácia”.
Mas ainda e a propósito, com palavras nossas, em jeito de mãos dadas:
Mornas são as vozes quando se calam, quando se agitam e se deixam embalar no remanso de uma canoa. Doces e remotas como lembranças da terra quente, do seio da nossa mãe.
Dos sons ávidos do fim da tarde soltam-se os cheiros, os embriagados risos, fervilhantes,
As lamúrias mais suaves e os tormentos escorridos, ainda apetecidos, suspensos das gargantas dos amantes.
Palavras feitas de pétalas são flores. Vermelhas-rúbias, ocres, ou simplesmente descoloridas pelo sol. Todas as cores. Todas as maneiras.
Na festa barroca dos sentidos, delirantes. E nas enxovias pardas. Cheira a ninfas, berram faunos, sossegam as crianças. Num choro dolente de noites mansas. [...] no canto da nossa voz. [...].
Filomena Lima*, in nomine Corelis dixit
*(N.R.: magistratus superantis)